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A mostrar mensagens de Maio, 2015

Surpreendidos ... ?!

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Alberto S. Santos é natural de Paço de Sousa, Penafiel. Entre 2008 e 2013 publicou: A Escrava de Córdova, A Profecia de Istambul e O Segredo de Compostela. De Urbano Tavares Rodrigues a Pedro Sena-Lino reúne consenso entre os especialistas e críticos quanto à mestria com que usa o rigor histórico, a descrição pormenorizada dos ambientes e a forma mágica como mantém a atenção do leitor. Alberto S. Santos quer captar a essência do tempo e resgatar os heróis desconhecidos de que os livros de História não falam. As falhas que ali encontra dão, por um lado liberdade para criar o romance, por outro lado dá a conhecer iatos da História mais interessantes. Frequentemente, implica o leitor em reflexões sobre o impacto do passado na atualidade.Integrada na Rota dos livros do Projeto Porto a Ler+, da Câmara Municipal do Porto, recebemos na Biblioteca o escritor Alberto S. Santos e trouxemos à sua memória e à sua emoção as personagens do livro "A escrava de Córdova". Alunos do 11º ano n…

A Biblioteca Escolar na Rota dos Livros

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Concertos Narrados - "A Bela Yara"

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Realizou-se hoje, no Grande Auditório, mais uma edição dos Concertos Narrados. A turma do 4º ano orientada pela professora Felisbina Antunes, deu voz e imagem à história tradicional brasileira, relativa ao mês de maio, A Bela Yara.








A Bela Yara

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Ao cair de todas as tardes, Yara, que mora no fundo das águas, surge de dentro delas, magnífica. Com flores aquáticas enfeita então os cabelos negros e brinca com os peixinhos escapole-escapole.
Mas no mês de maio ela aparece ao pôr-do-sol para arranjar noivo. As mães preocupam-se com os seus filhos varões, sabedoras de que Yara quer noivos. Mas para os filhos, Yara é a tentação da aventura, pois há rapazes que gostam de perigo. À medida que Yara canta, mais inquietos e atraídos ficam os rapazes, que no entanto não ousam arriscar-se.

Mas um dia, um tapuia sonhador e arrojado pescava de olhar perdido e pensativo. O tempo passou sem que desse conta de que o dia estava a chegar ao fim e que as águas serenavam. Foi então que pensou ser uma ilusão o que via. A morena Yara, de olhos pretos e brilhantes, erguera-se das águas. O tapuia tremeu de medo, o mesmo medo que todos tinham das sereias sedutoras. Então largou a canoa e correu a abrigar-se na taba. Mas não servia de nada fugir porque o feitiço d…